BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, CIDADE ADEMAR, Mulher, de 15 a 19 anos, Portuguese, Cinema e vídeo, Música


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DarK Angel




 Escrito por Beatriz às 12h55
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galera meu novo blog é darkangel12b.weblogger.com.br

 Escrito por Beatriz às 12h25
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e ai galera não esqueçam de deixar seu recado!!!!!!

 Escrito por Beatriz às 15h18
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Guns N' Roses - Sweet Child O' Mine

She's got a smile that it seems to me
Reminds me of childhood memories
Where everything
Was as fresh as the bright blue sky
Now and then when I see her face
She takes me away to that special place
And if I stared too long
I'd probably break down and cry
Sweet child o' mine
Sweet love of mine
She's got eyes of the bluest skies
As if they thought of rain
I hate to look into those eyes
And see an ounce of pain
Her hair reminds me of a warm safe place
Where as a child I'd hide
And pray for the thunder
And the rain
To quietly pass me by
ohh... Sweet child o' mine
oh oh oh.. Sweet love of mine
Where do we go
Where do we go now
Where do we go
Sweet child o' mine



 Escrito por Beatriz às 14h25
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A vila
 

A Vila
The Village
EUA, 2004
Suspense - 110 min

Direção/roteiro: M. Night Shyamalan

Elenco: Bryce Dallas Howard, Joaquin Phoenix, Adrien Brody, William Hurt , Sigourney Weaver, Brendan Gleeson , Cherry Jones, Celia Weston, John Christopher Jones

Um dos maiores medos das crianças é o "homem do saco", um cara que 'vem te pegar se você não comer tudo', ou então 'te leva embora se você ficar na rua até tarde'. Varia de região a região, pode ter nomes diferentes, mas é uma das lendas urbanas que ajudam a manter as crianças na linha.

A vila construída para o novo filme de M. Night Shyamalan, diretor de Sexto Sentido, Corpo Fechado e Sinais, está aquém destes mitos modernos, afinal estamos no fim do século 19, em um lugar onde a revolução industrial ainda não chegou. Mas isso não exclui o local de ter seus próprios medos, no caso, criaturas conhecidas apenas como "Aqueles-de-quem-não-falamos". Existe uma espécie de acordo entre os camponeses e os "Voldemorts" que moram na floresta ao seu redor: os humanos não invadem os limites da mata e aqueles estranhos seres que assombram a vila não entram na pequena comunidade. Para controlá-los, existem rituais de oferenda de animais e, por segurança, algumas torres de sentinela, de onde os jovens montam guarda e patrulham as fronteiras entre um e outro.

Tudo ia bem até que certo dia os animais do vilarejo começam a surgir mortos. O conselho da vila, que reúne os mais velhos, convoca assembléia extraordinária para tentar entender o que está acontecendo. Será que o pacto foi quebrado e agora suas vidas estão em risco? Teria algum dos habitantes da cidadezinha invadido o território das bestas e agora elas estão fora do controle?

Esta é a idéia inicial da nova história contada por Shyamalan, diretor e roteirista de A Vila (The Village - 2004). Mas, como já virou rotina em seus trabalhos próprios, esta é apenas a ponta do iceberg. Acusado de ficar repetindo a fórmula de grandes reviravoltas em todos os seus filmes, o diretor de ascendência indiana não pode fazer outra coisa, a não ser se declarar culpado. Porém, vale lembrar que cada um de seus filmes tem uma história completamente diferente da anterior. O primeiro, aquele do menino que via pessoas mortas, é sobre fantasmas e família. O segundo era uma ótima história de super-heróis. E o seguinte falava de alienígenas e da fé. Desta vez, ele mostra como o medo pode afetar uma comunidade.

Estrelas do campo

A Vila é o primeiro trabalho de Adrien Brody a estrear no país desde que ele ganhou o Oscar de melhor ator por O Pianista. Crimes de um detetive (Singing Detective), o único filme que ele fez entre sua parceria com Roman Polanski e esta com Shyamalan, será lançado direto no vídeo agora em setembro. Aqui, Brody mostra seu talento no papel de um deficiente mental. Quem também tem problemas é Ivy Walker (Bryce Dallas Howard), filha cega do líder da vila, Edward Walker (William Hurt). Sigourney Weaver é subaproveitada como Alice Hunt, membro do conselho local e mãe de Lucius (Joaquin Phoenix), um jovem tímido, obediente, mas inquieto.

Além do ótimo elenco, Shyamalan soube reunir também uma excelente equipe técnica, que cuidou para que figurino e cenário remontassem à perfeição um pequeno vilarejo do século retrasado. Cada detalhe é meticulosamente pensado para que o espectador não perca o foco. Um bom exemplo é a inexistência de cavalos entre os animais, o que ajuda a "vende a idéia" de que os habitantes da vila não têm a menor intenção de sair dali.

E a fotografia de Roger Deakins (Uma mente brilhante,O Homem que não estava lá), junto à trilha sonora criada por James Newton Howard (Colateral, Peter Pan) embalam e criam o clima perfeito para o suspense, drama e (acredite) romance do filme.

"Mas se tudo é assim tão perfeito, por que tem tanta gente chiando?", você pode estar se perguntando. Shyamalan está agora andando em um terreno muito perigoso. Diferente de quando surpreendeu todo mundo em O sexto sentido, agora ele criou um fã-clube que quer ser surpreendido e isso nem sempre é possível. A expectativa criada é muito grande e tem mais lados negativos do que positivos. Se o espectador matar a charada muito cedo, o resto do filme fica sem graça, ou então, se ele achar que a explicação é pouco convicente, ele também sairá do cinema achando que pode pedir seu dinheiro de volta.

Talvez fosse a hora dele parar de brincar de Hitchcock e mostrar que pode fazer ótimos filmes também em outros gêneros (vale lembrar que antes da sua "quadrilogia das viradas", ele escreveu e dirigiu Praying with Anger, um filme semi-autobiográfico, e Olhos Abertos). Aposto que isso surpreenderia muita gente. ;-)



 Escrito por Beatriz às 15h34
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show do linkin park em sampa murumbi 11 de setembro.

A faixa etaria ficou assim 14 anos acompanhado e quem tiver 16 pode ir numa boa.

Valores (leve 1kg de alimento não perecível)
-arquibancada: R$50
-pista: R$70
-cadeira: R$90
Valores e Locais apartir do dia 26 de Agosto
-arquibancada: R$80 / meia: R$40
-pista: R$100 / meia: R$50
-cadeira: R$150 / meia: R$75
-locais: vila belmiro(santos-sp), a esportiva(santo andré-sp), roxos e doentes(shop. light, santana e shop. abc plaza

 

Mais uma informação confirmada!!! Ontem no Jornal da MTV passou que o LINKIN PARK, se apresentara no estádio do Morunbi em São Paulo!!! E quem vai abrir o show?!?! RESPOSTA: Charlie Brow Jr. Eh isso ae galera!! As unicas informações que restam eh quando ira a venda os ingressos, e quanto vai custar, a qualquer informção que eu receber eu coloko aki pra vcs blza?!?!? FLW
Ah!! Soh pra lembrar.. mais informações::: www.waglp.weblogger.com.br

 



 Escrito por Beatriz às 14h41
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musica

Slipknot - Duality

(I push my fingers into my eyes) Is the only thing that 
Slowly stops the ache 
But is made of all the things I have to take 
Jesus it never ends, it works it way inside 
If the pain goes on..... 

I have screamed until my veins collapsed 
I’ve waited as my time elapsed 
Now all I do is live with so much fate 
I’ve wished for this, I’ve bitched for that I left behind this
little fact: 
You can not kill what you did not create 
I’ve gotta say what I’ve gotta say and then I swear I’ll go away

But i can’t promise that you’ll enjoy the noise 
I guess I will save the best for last, my future seems like one
big past 
You’re left at me cause you left me no choice 

(I push my fingers into my eyes) Is the only thing that 
Slowly stops the ache 
If the pain goes on, I’m not gonna make it 

Put me back together or separate the skin from bones 
Leave me all the pieces then you can leave me alone 
Tell me the reality is better than a dream 
But I found out the hard way nothing is what it seems 

(I push my fingers into my eyes) Is the only thing that 
Slowly stops the ache 
But is made of all the things I have to take 
Jesus it never ends, it works it way inside 
If the pain goes on I’m not gonna make it 

All I’ve got. All I’ve got is insane 
All I’ve got. All I’ve got is insane 
All I’ve got. All I’ve got is insane 
All I’ve got. All I’ve got is insane 

(I push my fingers into my eyes) Is the only thing that 
Slowly stops the ache 
But is made of all the things I have to take 
Jesus it never ends, it works it way inside 
If the pain goes on I’m not gonna make it 

All I’ve got. All I’ve got is insane 
All I’ve got. All I’ve got is insane 
All I’ve got. All I’ve got is insane 
All I’ve got. All I’ve got is insane




 Escrito por Beatriz às 12h24
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Especial wolverine para as pessoas que  adoraram  x-men ou simplesmente  por gostar da arte do desenho.

e não se esqueçam de deixar o seu recado!!!!



 Escrito por Beatriz às 12h38
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 Escrito por Beatriz às 12h34
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 Escrito por Beatriz às 14h30
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 Escrito por Beatriz às 14h29
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Eu, robô

 


Eu, robô
I, robot
EUA, 2004 - 114 min.
Ficção científica

Direção: Alex Proyas
Roteiro: Jeff Vintar, Akiva Goldsman

Elenco: Will Smith, Bridget Moynahan, Bruce Greenwood, James Cromwell, Chi McBride, Alan Tudyk, Adrian Ricard, Jerry Wasserman

O russo Isaac Asimov (1920-1992) colecionou prêmios e obteve enorme prestígio em sua longeva carreira como escritor de ficção científica. Celebrado como um dos maiores mestres do gênero, ao lado de outros gênios como Arthur C. Clarke e Robert A. Heinlein, o autor produziu quase 500 trabalhos. Entre diversos livros e contos sua maior contribuição são as Três Leis da Robótica, inabaláveis princípios de segurança da utilização dos robôs, que ele aplicou em boa parte de sua obra:

1. Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.

2. Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a primeira lei.

3. Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a primeira e a segunda leis.

Funcionando juntas, as três leis são de uma simplicidade brilhante. Os ensaios mais interessantes sobre sua utilização estão na série de nove contos que Asimov escreveu durante os anos 1940 para diversas revistas especializadas em ficção científica. Mais tarde, esses contos foram reunidos no livro Eu, robô (I, robot), que chega agora aos cinemas, adaptado meramente em essência, sem seguir a linha narrativa das histórias.

Curiosamente, a falta de fidelidade ao material original transformou Eu, robô em uma obra tão interessante quanto a original. Se qualquer uma das histórias curtas fosse transformada em filme, não teria força suficiente para segurar 120 minutos de projeção. Com a opção do roteirista Jeff Vintar (Final Fantasy), auxiliado por Akiva Goldsman (Uma mente brilhante), pela história inédita - que se utiliza largamente dos conceitos, do universo e de alguns personagens do livro -, o filme ganha apelo e, claro, diversão.

A série de pequenos dramas psicológicos, pontilhada por breves rompantes de aventura, ganha roupagem de thriller de ficção moderno, recheado de conspirações, altas doses de aventura, bom humor e suspense. Na história, ao investivar o aparente suicídio do Dr. Alfred Lanning (James Cromwell), o detetive de homicídios Del Spooner (Will Smith) depara-se com o inconcebível: um robô, da moderna série NS-5, pode ter sido o responsável pela morte, algo impossível dadas as três leis. Dono de uma paranóia intensa e um ódio pelos autômatos que beira o racismo, Spooner começa a aprofundar sua investigação com a reticente ajuda da Dra. Susan Calvin (Bridget Moynahan), uma psicóloga de robôs que trabalha para a U.S. Robots, multinacional às vésperas da maior distribuição de andróides de toda a história da humanidade.

Com um roteiro bem amarrado em mãos e atores competentes, o diretor egípcio Alex Proyas (O corvo) pôde dedicar-se ao que faz melhor e construiu uma atmosfera futurista fantástica, superior à criada por Steven Spielberg em dois outros filmes com temática semelhante: Minority report (até o merchandising em Eu, robô é melhor desenvolvido) e A.I.. Mesmo os breves excessos que lembram Matrix são plenamente justificáveis, já que Cidade das sombras, longa dirigido por Proyas em 1998, serviu de inspiração óbvia para os irmãos Wachowski criarem seu filme de 1999.

Os efeitos especiais supervisionados por John Nelson (Gladiador), mesmo quando utilizados em larga escala, também são um show à parte, principalmente com relação ao robô Sonny, interpretado por Alan Tudyk (Coração de cavaleiro). O ator deu vida ao robô da mesma maneira que Andy Serkis viveu o Gollum em O Senhor dos Anéis. Todos os movimentos corporais e faciais de Tudyk foram capturados e transferidos para um modelo digital, criado pelo designer Patrick Tatopoulos (Independence Day) e inserido no filme na pós-produção. O resultado é fantástico e bastante realista.

Eu, robô marca também a primeira adaptação realmente bem sucedida da obra de Asimov para o cinema desde 1966 (ano de Viagem fantástica, de Richard Fleischer), algo curioso, já que o genial legado do escritor daria dezenas de bons filmes. Felizmente, isso parece prestes a mudar, pois Jeff Vintar já está trabalhando no roteiro de sua segunda adaptação da obra de Asimov para as telas: a trilogia Fundação, com Shekhar Kapur (Elizabeth) na direção. Dependendo do resultado do novo filme, é possível que Hollywood finalmente comece a enxergar o potencial desse mestre da ficção no cinema.



 Escrito por Beatriz às 11h35
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Brilho eterno de uma mente sem lembrança
Eternal Sunshine of the Spotless Mind
EUA
, 2004 - 108 min.
Drama/comédia/romance

Direção: Michel Gondry
Roteiro: Charlie Kaufman

Elenco
: Jim Carrey, Kate Winslet, Kirsten Dunst, Victor Rasuk, Mark Ruffalo, Tom Wilkinson, Elijah Wood

Brilho eterno de uma mente sem lembança

Joel entra na sala do Dr. Howard Mierzwiak e vê ele mesmo sentado na cadeira do paciente. A cena não é tão estranha como aquela em que John Malkovich entra num restaurante e é atendido pelo garçom John Malkovich, enquanto John Malkovich toca piano e John Malkovich canta, mas vem da mesma fonte: a cabeça do roteirista Charlie Kaufman. São dele os textos dos festejados Quero ser John Malkovich, Adaptação e Confissões de uma mente perigosa.

Em seu novo longa-metragem, Brilho eterno de uma mente sem lembrança (Eternal sunshine of the spotless mind - 2004), Kaufman refaz a dupla com o diretor Michel Gondry, com quem trabalhou em A natureza quase humana. O cineasta francês, conhecido pelos videoclipes que fez com a cantora Björk, consegue usar muito bem o roteiro do colega, e nas partes mais densas do filme faz ótimo proveito das fusões de cenário, como George Clooney em Confissões. Aqui, porém, elas têm um sentido além da mera estética, pois estamos dentro da cabeça do protagonista.

Joel Barish (Jim Carrey) está sendo submetido a um processo que apaga de seu cérebro todos os traços de memória de Clementine Kruczynski (Kate Winslet). Os dois eram namorados, mas depois de um tempo, veio aquele marasmo e os problemas ficaram mais freqüentes que os sorrisos. No universo imaginado por Kaufman, sofrer por amor não é mais preciso. Basta ir à Lacuna Inc. e ter todas as memórias sobre determinada pessoa, animal, ou fato, deletadas de sua mente para sempre.

O estrelado elenco, que soma alguns bilhões de dólares nas bilheterias e também excelentes filmes, aceitou trabalhar por quantias bem mais baixas que o seu normal. Este tipo de comprometimento só acontece quando há a possibilidade de trabalhar com diretores conceituados, roteiros diferenciados, ou papéis completamente opostos ao que geralmente lhes é oferecido, mas que podem render atuações fortes e sérias chances na temporada de prêmios. Jim Carrey prova mais uma vez que é um ótimo ator dramático, como já havia feito em O show de Truman e O Mundo de Andy. Sua mudança física vai do corte de cabelo até a sua voz, mais grave e que dá ao personagem uma característica mais introspectiva. Kate Winslet e seus cabelos coloridos não lembram em nada seu papel titânico. E entre os personagens secundários, todos têm igual importância e desempenho. Para os fãs de Kirsten "MJ" Dunst, vale um destaque para a cena em que ela aparece de calcinha e blusinha regata pulando na cama. Completam o elenco Tom Wilkinson (Moça com brinco de pérola), Mark Ruffalo (Em carne viva) e Elijah Wood (o Frodo deo senhor dos aneis).

História de amor

Para quem gosta de colocar rótulos nos filmes, Brilho eterno é uma comédia dramática com pitadas de ficção científica, mas, principalmente, é uma história de amor. Só assim para definir este roteiro que mistura diversas influências e que faz rir (com inteligência), se emocionar (sem lágrimas fáceis) e pensar (muito). Quando você acha que está entendendo onde tudo aquilo vai dar, há uma reviravolta e a história muda de direção e até de estilo.

Desta vez, além de mexer com o que é ou não real, Kaufman brinca também com a linha temporal de seu conto. Estamos no início de uma linha ou no meio de um ciclo? O que aconteceu realmente está no passado? Tudo isso é detalhe. É apenas um recurso que ele usa para fazer os espectadores pensarem. Segundo ele próprio gosta de dizer "espero que cada pessoa saia do cinema com seu próprio filme na cabeça". Louco ou gênio, Kaufman é hoje sinônimo de cinema moderno, inteligente e de boa qualidade. Ou seja, cuidado com quem você vai convidar para assistir Brilho Eterno do seu lado, estamos falando de um filme que pode não ser a escolha ideal para quem não gosta de ser desafiado a pensar



 Escrito por Beatriz às 12h32
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Nova atualização no site de Hellboy

 

Está chegando a estréia de Hellboy nos Estados Unidos. O filme, a adaptação para as telas dos quadrinhos de Mike Mignola, entrará em cartaz por lá no dia 2 de abril e a Sony Pictures realizou mais uma atualização no site oficial do filme. A novidade mais interessante é a jukebox com a trilha sonora de Marco Beltrami, que foi disponibilizada na forma de quatro faixas (Tema principal, "Wake up dead", "Broom´s Funeral" e "Nazis").

Além da novidade, o site colocou artigos, novas imagens, um programa de comunicação instantânea para download e muito mais. Confira, clicando aqui.

No filme, há 60 anos, cientistas nazistas liderados pelo monge louco Grigori Rasputin (Karel Roden) tentaram destruir o mundo. Agora, estão de volta para terminar o serviço. Em seu caminho, só mesmo o Bureau de Pesquisa e Defesa Paranormal. A organização secreta do governo é comandada pelo Professor Bruttenholm (John Hurt) e conta com operativos um tanto inusitados, como o demônio "do bem" Hellboy (Ron Perlman), a pirocinética atormentada Liz Sherman (Selma Blair) e o tritão Abe Sapien (Doug Jones, voz de David Hyde Pierce).

Hellboy, dirigido por Guillermo del Toro (Blade 2) tem estréia prevista para 16 de abril de 2004 no Brasil.

Confira abaixo os trailers:

Leia mais sobre Hellboy.



 Escrito por Beatriz às 14h12
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obrigada  bjs



 Escrito por Beatriz às 15h40
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